terça-feira, 28 de novembro de 2006

Soneto Errado

Me deixa eu contar minha história
que assim eu escrevo a sua
Historia do lado da minha
pra gente ir lendo e vivendo
E canta com a voz mais doce
A trilha dessa descoberta
com a sua guitarra vermelha
com a sua voz de fantasma
Me puxa pra esse lado da vida
me ajuda a escutar você
que o tempo destrói a espera
que a vida não quer aprender
Que com erros fica mais lindo
Que a gente não deve temer
So basta que esteja sorrindo
que o resto vai acontecer



Obs. : Eu não sei fazer soneto. =( Gestalt explicaria que meu senso de simetria é muito aguçado pra eu escrever em 4 - 4 - 3 - 3. Voltem Sempre!

6 comentários:

cicero disse...

Nota do Autor: A merda do Blog anulou as linhas de separação das estrofes, mas qdo eu vi o resultado, eu gostei... pena que o o "obs" ficou meio voando, no fim das contas...! ehueheue

Chico Bento disse...

Na próxima eu posto um inédito. A propósito, esse seu aí daria uma ótima música. A gente vai ter que fazer alguma coisa nessas férias véi.

Anônimo disse...

é cabeça... essa ai da uma musiquinha!

ver se sai algo! eheh

bjus

Anônimo disse...

concordo c os coments acima: da samba!!!
ficou mt bonitinhooooo

boa sorte no trf, viu????
quero esse ver esse xurrascao do cerao!!!!!!!

bzuuu!

Anônimo disse...

Vou fugir das entrelinhas só pra dizer que isso dá samba!

Chico Bento disse...

Não concordo quando vc disse que não sabia agir conforme a música. Se vc ler o que eu escrevi na prólogo do poema, vai ver que eu falo de comer um acarajé na Pituba. Eu não falava do acarajé por si só, mas do momento com os amigos. Era de vc, Jonga, Cauê e a galera que eu tava falando. Pois é, vcs me ensinaram a viver no estilo Carpe Diem.